Sempre que fazemos leituras de pequenos trechos, de capítulos ou de livros inteiros, com intenção de que não seja a de lazer e distração, devemos estar munidos de fichas ou folhas de papel para anotações. Como não podemos nos apoiar apenas na memória, a documentação nos fornecerá posteriormente pistas para a reorganização das ideias, na ocasião de produzirmos um texto pessoal.
Qualquer que seja o tipo de anotação, deverá constar na parte superior da ficha a referência à obra que está sendo consultada: título, autor, editora, número da edição e a indicação da página, à medida que formos avançando na leitura. Quando houver transcrição literal de algum trecho, usar aspas, o que é desnecessário quando resumimos com nossas próprias palavras. Também é interessante escolher algum código (por exemplo, as iniciais do prórpio nome) para identificar a inserção de reflexões pessoais, que vão surgindo durante a leitura e que certamente serão aproveitadas. Outra recomendação é cada um adotar formas abreviadas de escrita, para tornar mais ágil a anotação.
(retirado de: ARANHA, M.L.A.; MARTINS, M.H.P. Filosofando Introdução à Filosofia - livro do professor. 4.ed.rev. São Paulo: Moderna, 2009.
19 de jan. de 2010
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